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Críticas e Resenhas - Cálice de Fogo

CRÍTICAS E RESENHAS

 

 

- CRÍTICAS

 

Veja

Em O Cálice de Fogo, o quarto volume da série Harry Potter, o
menino mágico chega aos 14 anos

Por Flávio Moura

 

Nos últimos meses, alguns sinais poderiam dar a impressão de que os feitiços de Harry Potter estavam perdendo a força. Embora os três romances da série continuassem a vender no Brasil, eles já não monopolizavam os primeiros lugares das listas de best-sellers. A Câmara Secreta e O Prisioneiro de Azkaban chegaram a ficar de fora da lista de VEJA por algumas semanas: descontadas as diferenças entre as datas de lançamento, tornou-se evidente que o segundo e o terceiro livros da saga não têm o mesmo poder de atração do primeiro. Na Inglaterra e nos Estados Unidos, a escritora escocesa J.K. Rowling também passou a enfrentar as primeiras críticas negativas em relação ao seu trabalho. O famoso crítico americano Harold Bloom, por exemplo, dedicou-lhe uma resenha extremamente mal-humorada. Para finalizar, Rowling se viu embrulhada numa confusão legal. Uma autora americana diz ter criado um mago chamado Larry Potter muito antes de Harry. Se a acusação de plágio colar, Rowling poderá ser condenada ao pagamento de uma indenização milionária. Mas é só ler Harry Potter e o Cálice de Fogo (tradução de Lia Wyler; Rocco; 583 páginas; 36 reais) que tudo isso perde importância. Nas prateleiras das livrarias brasileiras a partir desta segunda, com 100.000 exemplares de tiragem inicial, o novo e mais volumoso livro da saga mostra que Potter continua em forma.

 

O Cálice de Fogo leva o leitor ao quarto ano de Potter em Hogwarts, a escola de magia onde transcorre o enredo de todos os livros. Desta vez, o cerne da história é o torneio Tribruxo, um perigoso campeonato entre três escolas do mundo mágico. Cada uma elege um representante, que terá de enfrentar três provas dificílimas a ser disputadas ao longo do ano. Quem obtiver a maior pontuação leva um prêmio polpudo – 1.000 galeões, a moeda da terra dos magos. Segundo o regulamento, só podem ser escolhidos como representantes alunos maiores de 17 anos. Misteriosamente, no entanto, o nome de Harry Potter é incluído no Cálice de Fogo, a entidade que escolhe os competidores, e o menino acaba selecionado para o campeonato. Desnecessário dizer que um dos responsáveis por arriscar a pele do pequeno mago no torneio é Lord Voldemort, grande vilão das histórias. A ele se deve a cicatriz em forma de raio que Harry tem na testa. Obcecado por destruir o garoto desde o primeiro episódio, seu objetivo é recuperar a supremacia no mundo dos bruxos e instaurar um regime de terror.

 

Quando O Cálice de Fogo foi lançado na Inglaterra e nos Estados Unidos, em julho do ano passado, deu-se muito destaque ao fato de que esse era o momento da saga em que Harry chega definitivamente à adolescência. Nesse livro, Harry, já com 14 anos, mostra uma quedinha por Cho Chang, colega de Hogwarts que não dá muita bola para ele. Só que a relação é platônica, e pouquíssimas linhas da história são gastas com isso. No capítulo que mais aborda o tema, os garotos têm de escolher um par para o baile comemorativo de Natal, ficam ansiosos com a tarefa, convidam as meninas por obrigação e desprezam as acompanhantes na hora da festa. "Harry é um bruxinho esperto, mas pelo jeito ele é um pouco devagar com as mulheres", brinca o terapeuta Eugênio Chipkevitch, diretor do Instituto Paulista de Adolescência, que leu o capítulo em questão a pedido de VEJA. "Mesmo que os padrões ingleses sejam mais conservadores, 14 anos já é idade para os garotos de hoje em dia mostrarem mais interesse pelo assunto namoro", completa ele. Na opinião de Chipkevitch, Rowling poderia ter explorado melhor o tema. Mas o fato de os personagens crescerem a cada livro da saga (juntamente com os leitores) certamente contribui para o charme e o sucesso de Potter. Essa, aliás, é uma estratégia incomum quando se trata de livros para crianças. "Não me lembro de outra série em que isso aconteça", diz Laura Sandroni, diretora da Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil. "Nos livros de Monteiro Lobato, por exemplo, os personagens nunca envelhecem, estão congelados no tempo."

 

O Cálice de Fogo também deixa claro que uma fonte de inspiração para a criação das histórias de Rowling é o cinema. Ao menos nesse quarto livro, a série Guerra nas Estrelas, de George Lucas, é uma referência constante: nas últimas páginas, há um duelo entre Harry e Voldemort que em tudo lembra a luta entre Luke Skywalker e Darth Vader – tem até fachos de luz verde e vermelha saindo das varinhas mágicas. A agilidade da narrativa e a quantidade de "ação" que Rowling comprime nas páginas de seus livros é de fazer inveja a qualquer roteirista de Hollywood. Dedicada à escritora, uma recente edição do programa 60 Minutos, exibido no Brasil pelo canal a cabo GNT, traz o depoimento de um garoto americano que resume a questão: "Uma das coisas legais de Potter é que muitas vezes não parece que estamos lendo, mas vendo o livro". Não é à toa que a primeira aparição cinematográfica do personagem já está a caminho.

 

Como ocorreu em outros países, no Brasil os livros de Potter cativaram leitores de todas as idades. Se em sua fase juvenil o personagem se tornar especialmente popular entre os leitores adolescentes, contudo, será um fenômeno a se levar em conta. Nas últimas décadas, a literatura brasileira endereçada a essa faixa etária optou pelo realismo. As histórias discutem temas como drogas, violência urbana, sexo e conflito de gerações. Harry Potter, pelo contrário, investe pesado nos ingredientes mágicos e na fantasia. É esperar para ver o que ocorre.

 

Fonte: http://veja.abril.com.br/200601/p_142.html

 

Omelete

Por Ederli Fortunato

 

Se você leu os três primeiros volumes, deve estar louco para abrir mais este. Se não leu, com certeza, está se perguntando como é que a molecada de hoje, viciada em videogame e diálogos do tipo “tá ligado que é o seguinte” resolveu ler esse calhamaço.

Aos veteranos da série Harry Potter só um conselho: segure-se. A história desta vez é muito mais pesada (não, não estou falando do tamanho do livro, cabeça-de-mamão) do que os volumes anteriores.

 

Logo no primeiro capítulo, que andou circulando nas mãos de quem comprou o livro em pré-venda pela Internet, um homem é morto por um poderoso raio de luz verde. Os leitores vão reconhecer aí o modo como Voldemort matou os pais de Harry Potter. Isso mesmo, caro não-iniciado. A série de livros infantis que colocou crianças do mundo inteiro na fila da livraria está repleta de mortes. No primeiro livro, e em vários momentos dos volumes seguintes, é a morte dos pais de Harry que vai sendo contada em detalhes. Neste, os leitores passam do ataque a este inocente não-bruxo (trouxa no vocabulário de Harry Potter) até a morte de um aluno de Hogwarts.

 

Muita gente levantou dúvidas se a história não estaria ficando sangrenta demais para os filhos. Joanne Rowling, no entanto, repetiu o que vem dizendo há algum tempo: ela nunca escreveu especificamente para o público infantil. Talvez por isso faça tanto sucesso com as crianças, que detestam livros que as tratam... bem... como crianças.

 

O livro, é claro, não se resume ao drama, e Harry Potter continua tão divertido quanto nos três volumes anteriores. Em O cálice de fogo, nosso herói novamente tem a chance de sair da casa dos tios alguns dias antes do início das aulas, desta vez para acompanhar os amigos Ronny e Hermione até a Copa do Mundo de Quadribol. Com tantos bruxos e bruxas reunidos, alguns momentos são realmente gozados, como quando um velho mago, tentando parecer uma pessoa comum, usa uma florida camisola feminina.

 

Hermione também garante parte da diversão, quando resolve criar um movimento para garantir direitos trabalhistas para os elfos que fazem o trabalho doméstico na escola. Ainda mais que o movimento é feito contra a vontade de seus beneficiários.

 

Em Hogwarts, a competição tradicional entre as casas (os alunos são divididos em quatro casas que recebem pontos por quase todas as atividades) deste ano é substituída por um torneio com mais duas escolas, Beauxbaton e Durmstrang. Uma novidade, já que, até o momento, os leitores viam Hogwarts como a única escola de magia existente. Proibido de competir devido à idade, Harry acaba envolvido graças à interferência de Voldemort. É tudo que os leitores precisam para roer as unhas, enquanto Harry tenta passar pelas provas e encara uma repórter sensacionalista. Obviamente, não é ele que morre, mas isso não impede seus fãs de chegarem ao final do livro um tanto sem fôlego. E ainda mais ansiosos para saber o que acontece em Harry Potter e a Ordem da Fênix, que Joanne Rowling ainda está escrevendo. E que só deve ser lançado em 2002.

 

O jeito é rever os melhores momentos até lá, ou até a estréia do filme. E se você continua não entendendo o porquê de tanto sucesso, sugiro os dois primeiros volumes. Só para começar.

 

Fonte: http://www.omelete.com.br/game/10000408/especial_harry_potter.aspx

 

Almanaque Virtual

Por Frini Georgakopoulos

 

Ação é a palavras chave de Harry Potter e o Cálice de Fogo. O quarto livro da série é o que tem o melhor início e o maior gancho no final. Cálice começa com uma seqüência bem longe do adolescente Harry Potter. Uma cena desenvolvida na penumbra de uma casa quase abandonada resulta em uma morte e a promessa de um renascimento. O tom sombrio e de ameaça constante é dado ao livro logo em seu primeiro capítulo. Já que o Lorde das Trevas esteve sumido no livro três, ele aparece nas primeiras páginas do quarto e a conexão entre ele e Harry – a cicatriz do menino – começa a ganhar mais importância e destaque. Ela dói quando Voldemort está próximo, mas agora a dor piora e Harry passa a ter pesadelos com Aquele-Que-Não-Deve-Ser-Nomeado .... só que não são apenas pesadelos.

 

O grande problema do livro são as enormes barrigas que ele tem. Entre a cena inicial e a chegada de Harry e seus amigos em Hogwarts, capítulos narram o fim das férias com os Weasleys. É legal, é? É arrastado? MUITO! A galerinha vai para a Copa Mundial de Quadribol, que é bem interessante de ser lida quando os Comensais da Morte (seguidores de Voldemort que acreditam na pureza do sangue e não pensam duas vezes antes de torturar mestiços e Trouxas) a invadem e o caos toma conta. Antes disso, por mais que seja um mundo novo ao leitor, é bem arrastado sim.

 

Em seguida, entre o primeiro e último capítulo também está o Torneio Tribruxo. Três bruxos ou bruxas, um de cada escola (Hogwarts/Inglaterra, Beauxbatons/França e Durmstrang/Bulgária) são escolhidos pelo tal Cálice de Fogo para representarem suas instituições de ensino no torneio. Os participantes precisam passar por três tarefas perigosas onde sua habilidade com magia, lógica, e muito mais será avaliado por juízes. Desta vez, o evento vai acontecer em Hogwarts e apenas alunos maiores de dezesseis anos podem participar. Fleur Delaceur é escolhida da França, Viktor Krum da Bulgária e Cedric Diggory da Inglaterra, mas o problema realmente começa quando o Cálice cospe ainda mais um nome: Harry Potter.

 

Harry não colocou o nome dentro do Cálice, ele não quer enfrentar perigos que não faz idéia de como vencer e, pior de tudo, encarar sua escola como sendo um traidor. Todos estavam torcendo para Cedric Diggory como campeão de Hogwarts e a entrada de Harry é vista como mais uma tentativa de ganhar atenção para O Menino que Sobreviveu. Mal sabem eles que atenção é tudo que Harry não quer. Isso tudo causa o maior alvoroço já que ao ser selecionado, Harry “assinou” um contrato mágico que não pode ser desfeito. Ele TEM que ir até o final do torneio. Rony chega a brigar com Harry por causa de ciúmes (ele cansou de ser o salsicha enquanto Harry é o Fred).

 

Um dragão, o medo de perder os amigos e um labirinto repleto de perigos colocam as habilidades, talento e caráter de Harry a prova. Para solucionar as pistas de cada tarefa e ajudar a se preparar, Harry conta com seus amigos, Dobby, e com o novo professor de Defesa Contra as Artes das Trevas, o Auror aposentado Alastor “Olho Tonto” Moody. Aurores são a elite da polícia bruxa contra Bruxos das Trevas e Alastor é considerado “top de linha” neste trabalho.

 

Cálice de Fogo conta como Harry tem que lidar com a escola, com a raiva e ciúmes de seus colegas que não entendem que alguém colocou ele ali para se livrar dele e não para que ele tivesse ainda mais fama. Além disso, Harry se preocupa com a segurança do padrinho, Sirius Black, que se faz mais presente neste volume, e com a briga entre Rony e Hermione. Desde que Rony viu Hermione ser o par de Viktor Krum no baile, os ciúmes falaram mais alto, coisa que Harry conhece muito bem. A garota que tem sido seu interesse amoroso já há algum tempo também foi com outro ao baile: Cho Chang namora Cedric Diggory, para a tristeza de Harry.

 

Depois de mais de quinhentas páginas, Harry finalmente se encontra frente a frente com o responsável pela morte de seus pais. Voldemort, agora com seu corpo e poderes restaurado, é responsável por mais uma morte antes de partir pra cima de Harry. Claro que Voldemort precisa contar a todos como ele é mais sinistro do que Harry, como ele é forte e esperto e como o seu mega plano se deu para capturar o moleque. Mas o bruxo de quatorze anos não desaponta e enfrenta o Lord das Trevas de frente! Deste combate para frente, o livro fica impossível de ser fechado. Mais pedaços do quebra-cabeças escrito por uma mulher e devorado por milhões aparecem. As descrições dos personagens fica mais rica e real a cada livro o que torna impossível do leitor parar de ler e não querer saber o que acontece. Harry Potter e o Cálice de Fogo termina com o início de mais uma grande guerra entre o Bem e o Mal.

 

Fonte: http://almanaquevirtual.uol.com.br/ler.php?id=1515&tipo=23&tipo2=almanaque&cot=1

 

Folha Online

Por Giovana Girardi

 

Harry Potter e o Cálice de Fogo, o quarto volume da série que conta as aventuras do bruxinho órfão que luta contra o assassino dos seus pais, é certamente o livro mais desesperador da coleção.

Se o final dos três primeiros volumes já causa aquele gostinho de quero mais, neste novo o leitor vai ficar dias lamentando que o quinto livro ainda nem foi escrito. A vantagem, pelo menos, é que ele é deliciosamente maior que os outros com suas 584 páginas.

O quarto episódio tem ainda outras diferenças em relação aos livros anteriores. Pela primeira vez, Harry não participará das emocionantes partidas de quadribol entre as casas da escola. Em compensação, haverá a Copa Mundial do jogo, com os melhores times do mundo dos bruxos, ainda durante as férias de verão.

É aí que os perigos começam a aparecer. Depois da final dos jogos, os antigos seguidores de Voldemort reaparecem e alguém conjura a Marca Negra, o sinal do "Você-Sabe-Quem", que é projetada pela primeira vez depois de 13 anos. A última vez que isso tinha acontecido foi quando Voldemort estava com sua força total, antes da morte dos pais de Harry. Esses sinais geram o temor de que ele pode reaparecer.

Quando Harry volta para a escola para cursar o quarto ano, descobre que, para variar, um novo professor foi convocado para dar aula de Defesa Contra a Arte das Trevas (cada ano que ele passou em Hogwarts teve um professor diferente).

Mas a maior novidade mesmo é o Torneio Tribruxo, uma disputa que acontecerá entre as três maiores escolas européias de bruxaria: Hogwarts, Beauxbatons e Durmstrang.

Depois de um século sem ser realizada, os professores e o Ministério da Magia decidem retomar a disputa entre os estudantes. Ela foi abandonada depois que alguns alunos competidores morreram durante as provas, mas todos garantem que agora isso não irá acontecer.

A competição só pode ser disputada por um aluno de cada escola e que tenha no mínimo 17 anos. A escolha é feita pelo Cálice de Fogo, daí o nome do livro, que “cospe” o nome do concorrente. Mas quando a escolha dos três campeões já tinha sido feita, o cálice solta mais um nome... o de Harry.

Como o nome dele foi parar no cálice é o grande mistério, já que ele teoricamente não poderia participar. Por ser mais novo que os demais concorrentes e não ter os mesmos conhecimentos que eles, Harry sofre para passar pelas difíceis e perigosas provas.

Além disso, o jovem bruxo pena com suas primeiras decepções amorosas. Seus bons amigos, Rony e Hermione, também passam pelos micos da adolescência, mas a menina consegue dar um banho nos garotos.

Agora, o melhor do livro é, sem dúvida, a tarefa final do torneio. A prova é emocionante e o desfecho mais ainda. Nessa hora, o leitor só vai pensar em quando o quinto livro estará nas livrarias. O problema, para tristeza dos fãs, é que a escritora J.K. Rowling só deve começar a escrevê-lo no ano que vem. De antemão fica o nome provisório da história: Harry Potter e a Ordem da Fênix.

 

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/folha/ilustrada/ult90u13879.shtml

 

- RESENHAS

 

Abaixo se encontra uma lista com reviews de Harry Potter e Cálice de Fogo, que expressam a opinião dos mais renomados jornais, empresas, instituições e mídia internacional sobre o livro:

 

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“Como o livro do meio na saga de sete livros, Cálice de Fogo é exatamente o grandioso, inteligente, vibrante e tremendamente seguro de si, que dá forma e direção ao todo e ainda, de certo modo, preserva o cativante conteúdo inocente. Desta vez a senhora Rowling oferece sua prova translúcida, ainda que devesse ter sido maravilhosamente óbvio que fazer os livros Potter tão popular é, em sua essência, um simples fato que comprova que eles são excelentes.” - The New York Times.

 

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Harry Potter e o Cálice de Fogo traz diversão, e não apenas em pequenas partes mesquinhas. Na página 734 (versão estadunidense), Cálice traz um caminhão repleto de cargas. A coisa mais marcante deste livro são os trocadilhos de J. K. Rowling, cuja assiduidade e senso de humor vão longe... Ela dá ao leitor uma rápida piscadela e um sorriso amarelo antes de atropelá-lo novamente, tudo num curto espaço de tempo... O trabalho da autora é conduzir o desejoso leitor do universo mundano à magia. Esta é a façanha que apenas uma imaginação superior é capaz de fazer, e Rowling possui muitos recursos.” - The New York Times.

 

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“J. K. Rowling não perdeu sua magia. O quarto livro de sua série, no qual estrelam os corajosos jovens bruxos, é simplesmente tão apaixonante quanto seus antecessores.” - Jabari Asim, Washington Post.

 

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“O maior dos livros da série (até então), Harry Potter e o Cálice de Fogo é também o mais descontraído, e o mais intenso da série até agora, no final das contas... No momento em que terminei o livro, eu estava atordoado, exausto e literalmente transportado. Assim como todas as grandes sagas de fantasia, os livros Harry Potter crescem em termos de narrativa, moralidade e se tornam psicologicamente mais complexos conforme a série progride. Há uma pressão especial sob escritora, que no meio do caminho da série encontra si própria confiante com a imaginação de um gigantesco número de leitores. Rowling não tem feito nada para quebrar esta confiança que parece uma proeza tão valente e honrosa quanto nenhum outro herói tem consumado.” – Salon.

 

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“Há alguns cristãos que enxergam os mágicos cenários da inventividade de J. K. Rowling como anti-cristãos. Eu reajo dizendo que, ao invés disso, esses livros possuem um potencial para ser profundamente cristãos se os leitores puderem ver  as profundas mensagens sobre o sacrifício, o triunfo do bem contra o mal, e a gloriosa possibilidade humana de redenção.” – Beliefnet.

 

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“Os detalhes são engenhosos e originais como sempre… Um clímax ainda mais espetacular mesmo do que o de Prisioneiro irá levar leitores a perder o fôlego; o alicerce deste volume, apesar disso, é o clamor para o livro cinco,, que vai começar assim que os leitores terminarem o quarto volume.” - Publishers Weekly.

 

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“J. K. Rowling tem uma maneira de fazer o mais bravo, o mais entrelaçado caprichosamente e cenários absolutamente bons, de criar um universo tão convincente que você não pára mesmo para se questionar da existência de vassouras e capas da invisibilidade.” - Chicago Tribune.

 

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“Outro grande conto de magia e mistério, de reviravoltas dentro de reviravoltas unidas em igual proporção de terror e comédia, exibindo um jovem e encantador herói em ascensão, que não está ocasionalmente irado e caminhando adiante tão facilmente que parece menor do que realmente é” - Kirkus Reviews